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PI

[PI] Produções Independentes

A [PI] Produções Independentes é uma associação que promove a produção, criação e circulação de artistas e projetos da área da dança e da performance e projetos participativos e com a comunidade.


A [PI] Produções Independentes é uma associação de produtores que visa fomentar o trabalho de produção independente através da partilha de meios, melhoramento das condições, criação e disponibilização e partilha de recursos.
Foi criada para dar apoio a artistas independentes e projetos em colaboração no desenvolvimento de trabalho de produção,  gestão, financiamento, circulação, estratégia e implementação.
Constituída como associação cultural, em 2009, por profissionais da produção artística, criou condições como plataforma de gestão e produção com produtores independentes como Tânia M. Guerreiro, Rita Vieira, Magda Bull e Gisela Barros.
Produz o trabalho do criador Rui Catalão e teve colaborações com Jonas&Lander, Ainhoa Vidal, Maria Ramos, Sylvia Rijmer, Suzana Branco e com estruturas como Teatro Maria Matos, Planeta Tangerina, Artemrede e Transforma, entre outros.

 


Tânia M. Guerreiro – Direção e Produção

Tânia M. Guerreiro (Lisboa, 1975)
É licenciada em Cenografia pela Escola Superior de Teatro e Cinema (2007), tendo terminado o curso em Barcelona no Institut del Teatre. Completou a sua formação com o curso de Gestão e Produção das Artes do Espetáculo do Forum Dança (1999). Trabalhou em várias áreas da produção de espectáculos, cinema, artes plásticas, festivais – como o Festival Atlântico, Festival Temps d’Images e Alkantara – e em estruturas como a Casa d’os Dias da Água, ZDB, Transforma, Jangada de Pedra, onde desempenhou funções de produção, gestão, angariação de financiamentos e comunicação. De Janeiro de 2009 a Outubro de 2010, desempenhou funções de coordenação executiva na Rede – Associação de Estruturas para a Dança Contemporânea. Em Agosto de 2009, juntamente com outros profissionais da produção, cria uma plataforma de trabalho para produtores independentes – Produções Independentes – onde desenvolve colaborações com artistas independentes e estruturas de criação e programação. Entre 2012 e 2013 estabeleceu uma colaboração com a Transforma, em Torres Vedras, como programadora das atividades e apoiou o desenvolvimento de projetos europeus. Desde 2014, dedica-se à direção das Produções Independentes dando continuação ao trabalho com o criador Rui Catalão (que iniciou em 2010) a par do acompanhamento ao trabalho de outros artistas e projectos mais pontuais. Entre 2016 e 2017 foi presidente da Direção da Rede. Em 2017 criou a associação Orgia – Organização, Investigação e Artes – para dar apoio a artistas emergentes e organizar programas de criação. Nesse mesmo ano ganhou o prémio Natércia Campos de Melhor Produtor Cultural. Em 2018 foi júri das Curtas de Dança para o festival DDD e iniciou a sua colaboração com o FIAR/CAR no apoio à programação e à gestão.

 

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Marta Moreira - Produção

(Vila Nova de Famalicão, 1978)
 Licenciada em Belas Artes – Pintura, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa.
Iniciou o seu percurso profissional como artista plástica (representada pela Galeria Módulo - Centro Difusor de Arte desde 2002).
Nas áreas da dança e do teatro trabalhou no atelier Real (2013 - 2015) dirigido pelo coreógrafo João Fiadeiro, onde desempenhou funções de produção, acolhimentos; integrou também a peça “O que Fazer Daqui para Trás”, na tradução e legendagem em tempo real.
Na Ar de Filmes/Teatro do Bairro (2016 - 2019) foi responsável pelos acolhimentos e gestão do calendário, pela produção do espaço e pela coordenação entre as equipas acolhidas e a equipa do teatro e fez a produção executiva da peça “Terror e Miséria”, de Bertolt Brecht, encenada por António Pires.
Em 2014 criou, com o artista plástico Gonçalo pena, a designer Luísa Barreto, a produtora Candela Varas e o performer Bruno Humberto a Associação Irreal que geriu e programou entre 2016 e 2018.
Colabora desde 2019 com a PI – Produções Independentes e Org.i.a. como produtora executiva de obras de artistas como Carlota Lagido, Rui Catalão, Diana Niepce, Rubén Sabadini e Bruno Humberto e Rui de Almeida Paiva.
Em 2019 fez a produção executiva da peça “Enseada” de Miguel Castro caldas (pela Org.i.a)  e da exposição “What is Ornament?” integrada na Trienal de Arquitectura de Lisboa.
Neste momento a trabalhar nas peças “Mina” de Carlota Lagido, “Ça va Exploser”, de João Fiadeiro e “Sujeito”, de Andresa Soares.
Fez ainda a tradução das peças de teatro “Trópico del Plata” e “80 de un minuto” do dramaturgo e encenador argentino Rubén sabadini e a tradução e legendagem para o espanhol do filme “Peregrinação” de João Botelho.
Em 2019 ilustrou o livro “Se o Mundo é Redondo, o Pensamento é ao Quadrado”, de Rui de Almeida Paiva.

 

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